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<title>COMO ELABORAR TCC, MONOGRAFIA OU TESE </title>
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<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 04:39:44 +0100</pubDate>
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<title>COMO ELABORAR TCC, MONOGRAFIA OU TESE </title>
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	<title>Ciclos Biogequímicos</title>
	<link>http://tcc.nireblog.com/post/2009/10/14/ciclos-biogequimicos</link>
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		<description><![CDATA[<p><span style="font-size: 12pt"><strong><font face="Arial">CICLOS BIOGEOQUÍMICOS</font></strong></span><span><br /> <font size="3"><strong>INTRODUÇÃO</strong></font></span><font face="Arial" size="3"> </font><br />
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Este trabalho tem como objetivo definir o que é ciclos biogeoquímicos e a importância dos ciclos para o meio ambiente. Será feita uma breve explanação do assunto, onde serão abordados o tema biogeoquímicos.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Os ciclos biogeoquímicos compreendem uma inter-relação entre os aspectos físicos, químicos e biológicos. No decorrer do trabalho, serão abordados alguns ciclos, entre eles: ciclo do nitrogênio, carbono, mercúrio, enxofre, fósforo e água.</font></p>
<p> <strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><br /> <font size="3">1. CICLOS BIOGEOQUÍMICOS</font></span></strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3"> </font></span><br />
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A ecologia pode ser estudada com duas ênfases:</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">-das relações entre uma espécie e o seu habitat particular – autoecologia </font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">-relações entre a comunidade heterogênea e o seu biótipo – sinecologia </font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Essas relações entre espécies e ambiente físico, caracterizam-se por uma constante permuta de elementos em atividades cíclica, a qual por compreender aspectos ou etapas biológicos, físicas, químicas alternantes recebe a denominação de ciclos biogeoquímicos.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Uma espécie de intercâmbio contínuo entre o meio físico (meio abiótico) Conjunto de seres vivos (biocenose), representando o meio abiótico. Esse intercâmbio é de tal forma equilibrada, em relação à troca de elementos que os meios se mantém praticamente constantes.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Os elementos ambientais essenciais à implantação de um ecossistema:</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">-substâncias inorgânicas (carbono, nitrogênio, gás carbônico, água, etc,) </font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">-substâncias orgânicas (proteínas, carboidratos, lipídios, etc. </font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">-regime climático: (temperatura, ventos, luminosidade, etc.) </font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">-produtores: organismos autótrofos (vegetais fotossintetizantes) </font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">-consumidores: organismos heterótrofos macroconsumidores (animais herbívoros e carnívoros) </font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">-decompositores: organismos heterótrofo microconsumidores, saprófitas (microorganismos que se alimentam de matéria orgânica em solução, sendo que digerir a matéria sólida antes de absorve-la – bactérias e fungos). </font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">As substâncias inorgânicas e orgânicas constituem os elementos de inter-relacionamento do meio biótico com o meio abiótico, possibilitando a formação de cadeias de alimentação.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Os ecossistemas se caracterizam pelas transformações energéticas que se realizam em vários níveis de sua estrutura. No que diz respeito a energia, é a capacidade de produzir trabalho, sendo que não pode ser perdida ou criada, mas em toda produção de trabalho existe uma degradação de energia que impede a sua posterior reutilização.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O intercâmbio de elementos químicos é acompanhado de ganhos e perdas de energia, gerando um ciclo entre o meio biológico e o meio geofísico, denominando-se ciclos biogeoquímicos.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Ramade afirma: Carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio e fósforo, enxofre e mais 30 outros elementos simples, são transformados em matéria bioquímica, (açúcares, gorduras, etc) ou absorvido na forma de íons orgânicos pelos vegetais autótrofos e depois utilizados pelos heterótrofos (animais e microorganismos decompositores). Estes decompõem transformando-os em elementos minerais hidrossolúveis ou em composto gasosos que retornam ao solo, as águas e atmosfera. A existência desses ciclos biogeoquímicos confere à biosfera auto-regulação ou homeostase, que assegura a perenidade dos ecossistemas, traduzindo-se em notável Constancia de proporção dos diversos elementos em cada meio.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">As trocas de materiais nos ciclos biogeoquímicos se dão segundo vias circulares. Em cada um desses ciclos existe um reservatório de nutriente, de modo a garantir o escoamento lento e regularizado do elemento em questão. Não é de natureza biológica. Ao lado desses, há compartimentos mais ativos, porém de menores dimensões: são os compartimentos cíclicos ou de intercâmbio de nutrientes que se deslocam rapidamente entre os organismos e o meio circundante.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Na biosfera há dois tipos de ciclos biogeoquímicos: os ciclos gasosos e os ciclos sedimentares.</font></p>
<p> <span style="color: black"><font size="3"><font face="Arial">-Ciclos gasosos: o reservatório esta situado na atmosfera ou na hidrosfera; </font></font></span><span style="color: black"><font size="3"><font face="Arial">-Ciclos sedimentares: localiza-se na crosta terrestre. </font></font></span><span style="color: black"><font size="3"><font face="Arial">Por ex.: o maior reservatório de nitrogênio do planeta é constituído pelo ar atmosférico, enquanto que o maior reservatório de água é formado pela própria litosfera, a qual armazena 20 vezes mais água que o próprio oceano.</font></font></span><br />
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Quando os ciclos são alterados o processo pode passar a ser acíclico.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Os fenômenos naturais de transferências acíclica de elementos são constituídos pelo transporte contínuo de nutrientes minerais da crosta terrestre para os oceanos, onde a maior parte desse material é sedimentada, a profundidade que não existindo luz, não há possibilidade de fotossíntese. No entanto, esses elementos minerais não são utilizados na produção primária de compostos orgânicos, a não ser nos locais de ressurgências, ou seja, onde existem correntes oceânicas ascendentes, como na Costa do Peru, no Oceano Pacifico.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Para a conservação dos recursos naturais é necessário procurar maneiras eficientes de transformar processos acíclicos em cíclicos. A renovação e reparação dos ciclos biogeoquímicos que estão alterados ou em processo de degeneração.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Os ciclos biogeoquímicos:</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">- Particularidade:</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm 6pt 71.45pt; text-indent: -18pt" class="1"><span><span><font face="Arial" size="3">-</font><span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><font face="Arial" size="3">ciclo do nitrogênio do tipo gasoso </font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm 6pt 71.45pt; text-indent: -18pt" class="1"><span><span><font face="Arial" size="3">-</font><span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><font face="Arial" size="3">ciclo do fósforo do tipo sedimentar </font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">- Ciclos intermediários entre água, ar e crosta terrestre</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm 6pt 71.45pt; text-indent: -18pt" class="1"><span><span><font face="Arial" size="3">-</font><span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><font face="Arial" size="3">ciclo do enxofre </font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm 6pt 71.45pt; text-indent: -18pt" class="1"><span><span><font face="Arial" size="3">-</font><span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><font face="Arial" size="3">ciclo do mercúrio </font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">-Compostos</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm 6pt 70.9pt; text-indent: -21.25pt" class="1"><span><span><font face="Arial" size="3">-</font><span style="font: 7pt 'Times New Roman'">        </span></span></span><font face="Arial" size="3">ciclo do gás carbônico </font></p>
<p> <span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><span><font size="3">-</font><span style="font: 7pt 'Times New Roman'">        </span></span></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">ciclo da água </font></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"></p>
<p> <strong></strong></span><font size="3"><strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'">1.1 CICLO DO NITROGÊNIO</span></strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"></span></font><font face="Arial" size="3"> </font><br />
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O nitrogênio é proveniente das células do seres vivos é decomposto passando de orgânico à inorgânico, sob a ação das bactérias decompositoras ou através do sistema de excreção dos próprios seres superiores. O nitrato (nitrogênio inorgânico) é utilizado como nutriente pelas plantas, sendo que outras formas de nitrogênio pode ser usado por outros organismos para completar o ciclo.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O ar esta constantemente recebendo nitrogênio devido a ação das bactérias desnitrificantes, sendo retirada pela ação das bactérias fixadoras de nitrogênio.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Odum consideram o ar como válvula de segurança do ciclo. Compreendendo 80% do nitrogênio.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">No ar, devido as atividades industriais e descargas de veículos automotores produzem óxidos de nitrogênio (NO e NO<sub>2</sub>) o ciclo tem sido alterado. Esses gases constituem fases transitórias do ciclo, sendo encontradas em pequenas concentrações no ambiente.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Em termos de energia necessária para o funcionamento do ciclo, dois processos são fundamentais:</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm 6pt 71.45pt; text-indent: -18pt" class="1"><span><span><font face="Arial" size="3">-</font><span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><font face="Arial" size="3">partindo das proteínas há formação de nitratos, é proporcionada a energia aos organismos pelo próprio processo de decomposição. </font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm 6pt 71.45pt; text-indent: -18pt" class="1"><span><span><font face="Arial" size="3">-</font><span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><font face="Arial" size="3">Nos processos contrários ou de regressão, é necessária a energia da luz solar ou de outras fontes, por exemplo a decomposição da matéria orgânica. </font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">As bactérias <em>quimiossintetizantes</em> são <em>Nitrosomonas</em> que convertem amônia em nitritos e as <em>Nitrobacter</em> os nitritos em nitratos. A energia é obtida da oxidação. É necessário outras fontes de energia para realizar suas respectivas transformações. Os hidratos de carbono e o elemento molibdênio são necessários como parte do sistema enzimáticos fixador de N, podendo funcionar como limitante do processo.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Os organismos (bactérias e algas) tem a capacidade de fixar o ar atmosférico, podemos citar:</font></p>
<p> <span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif'"><span>-<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">de vida livre: <em>Azotobacter (aerobica) Clostridium (anaeróbica)</em> </font></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif'"><span>-<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">simbiônticas: <em>Rhizobium (vive em nódulos das leguminosas)</em> </font></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif'"><span>-<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">fotossintética: <em>Rhodospirillum (púrpura)</em> </font></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif'"><span>-<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">do solo: <em>Pseudomona</em> </font></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif'"><span>-<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">epífitas e folhas: existem certas bactérias que vivem em folhas e em epífitas de bosques tropicais úmidos, fixam apreciáveis quantidade de Nitrogênio do ar. </font></span><br />
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font size="3"><font face="Arial">As algas que fixam nitrogênio atmosférico são as cianofíceas <em>Anabaena, Nostoc</em> e outras Nostocales <em>Aphanizomenom.</em></font></font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Utiliza-se um processo de mediação empregando N<sup>15</sup> como traçador isotópico e também o método da redução do acetileno, onde a enzima nitrogenase fixadora de nitrogênio reduz o acetileno a etileno, proporcionando um indicador sensível da fixação do nitrogênio.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A fixação biológica de nitrogênio é feita por seres vivos autótrofos ou heterótrofos que vivem livres ou em simbiose. Essa fixação se dá tanto em aerobiose como anaerobiose seja no solo ou na água.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Segundo Hutchinson, 1944, as quantidade de nitrogênio fixadas do ar situam-se entre 140 a 700 mg/m<sup>2</sup>/ano ou seja, cerca de 1a 5 kg/há considerando a biosfera no seu conjunto. A maior fixação deve ser biológica e somente uns 35mg/m<sup>2</sup>/ano são devidos a ação fotoquímica ou eletroquímica.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A precipitação pluvial possibilita o rápido aproveitamento do nitrogênio disponível. Porém nas águas interiores, a poluição é responsável pelo grande acumulo de nitrogênio que por vez traz grande conseqüências, como a floração das algas.</font></p>
<p> <strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3"> </font></span></strong><strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3"> </font></span></strong><strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3"> </font></span></strong><font size="3"><strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'">1.2 CICLO DO FÓSFORO</span></strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"></span></font><font face="Arial" size="3"> </font><br />
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O fósforo é liberado pela decomposição de compostos orgânicos até a forma de fosfatos, passível de ser aproveitados pelos vegetais. O grande reservatório de fósforo é as rochas formadas em remotas eras geológicas.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A decomposição por fenômenos de erosão libera fosfatos que são reciclados. Porém grande parte vai para os mares e oceanos onde se perde nos sedimentos mais profundos.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A restituição de fósforo acontece quando há uma compensação das perdas, exemplo é guano produzido pelas aves no Peru.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A atividade antrópica vem contribuindo par acelerar as perdas do fósforo, tornando a reciclagem acíclica.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Grande parte do fósforo retirado dos milhões de toneladas de rochas fosfatadas que são processadas é perdida ou arrastada pelas águas para os sedimentos mais profundos.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O homem vem se preocupando com o fosfato dissolvido nas águas interiores como resultado da poluição orgânica e da decomposição das rochas sob agentes da erosão. A solução encontrada consiste na disposição dessas águas no solo para irrigação e fertilização.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">De maneira mais simples para o entendimento sobre o ciclo do nitrogênio. O nitrogênio é um gás que dificilmente combina com outros elementos e substancias. Assim, ele entre e sai do nosso corpo durante a respiração. Mas há um grupo de seres vivos capaz de combinar o nitrogênio com outros elementos e produzir compostos importantíssimos para o crescimento das plantas. Esses compostos são os sais de nitrogênio. Essa transformação é feita por bactérias que vivem nas raízes das plantas conhecidas como leguminosas (feijão, soja, etc.). É por isso que essas plantas não tornam o solo pobre em nitratos, como costuma ocorrer quando outras espécies vegetais são cultivadas por muito tempo no mesmo lugar. Com os sais de nitrogênio, as plantas fabricam outras substâncias que formam seu corpo. Os animais conseguem essas plantas ingerindo as plantas ou outros seres vivos. Quando os animais ou plantas morrem, essas substâncias que contem nitrogênio sofrem decomposição e são transformadas em sais de nitrogênio podem ser usadas pelas plantas. Uma parte dos sais de nitrogênio, porem é transformada em gás nitrogênio por algumas bactérias do solo e volta para a atmosfera. Desse modo, o nitrogênio é reciclado na natureza.</font></p>
<p> <strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3"> </font></span></strong><font size="3"><strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'">1.3 CICLO DO ENXOFRE</span></strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"></span></font><font face="Arial" size="3"> </font><br />
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O enxofre apresenta um ciclo que se passa entre o ar e os sedimentos. Existe um grande deposito na crosta terrestre e nos sedimentos e em pequena quantidade na atmosfera.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">No reservatório terrestre, os microorganismos têm a função preponderante, pois realizam a oxidação ou redução química. Dessas reações resulta a recuperação do enxofre dos sedimentos mais profundos.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Na crosta e no ar, ocorrem processo geoquímicos e meteorológicos, tais como erosão, lixiviação, ação da chuva, etc, e processo biológicos de produção e decomposição. Há uma interdependência entre água, ar e terra.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Os sulfatos (SO<sub>4</sub>) constituem a forma mais reduzida que é incorporada pelos autótrofos para fazer parte das proteínas, sendo o enxofre um elemento constituinte de certos aminoácidos.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Os ecossistemas não necessitam tanto de enxofre como de fósforo e nitrogênio. Mas quando se formam sulfetos de ferro nos sedimentos, o fósforo é convertido de uma forma solúvel a insolúvel. Esse fato mostra como um ciclo pode interagir com outro.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O dióxido de enxofre (SO<sub>2</sub>) constitui um passo transitório no ciclo, aparecendo em concentrações muito baixas. Porém, com a emissão de óxidos de enxofre resultado da poluição industrial, vem afetando esse ciclo, sendo encontrado em grande quantidade na atmosfera. O SO<sub>2</sub> prejudica a fotossíntese como pode ser verificada a destruição dos vegetais junto às fundições de cobre.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A concentração de óxidos voláteis de enxofre, nitrogênio, etc, no ar aumentou pela queima de combustível fosseis causando problemas de intoxicação e envenenamento. Em 1966 nos EUA esses óxidos constituíam a terça parte das 125 milhões de toneladas dos poluentes industriais do ar.</font></p>
<p> <strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3"> </font></span></strong><font size="3"><strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'">1.4 CICLO DO MERCÚRIO</span></strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"></span></font><font face="Arial" size="3"> </font><br />
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O mercúrio esta presente em todas as partes do globo e circula através de movimentos dependentes de processos que se inter-relacionam.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Na atmosfera a concentração de mercúrio (teores inferiores a 1mg/l) é pequena. Na litosfera a concentração são inferiores a 2mg/l. na hidrosfera os teores são baixos. Em áreas vulcânicas as concentrações de mercúrio dissolvidas na água são maiores.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A maior concentração de mercúrio está na biosfera (seres vivos) devido o processo de decomposição biológica. A incorporação do mercúrio se dá por alimentação e por absorção direta através da água.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A movimentação do mercúrio na natureza apresenta:</font></p>
<p> <span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif'"><span>-<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">5 x10<sup>3</sup> t nos combustíveis fósseis </font></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif'"><span>-<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">2x10<sup>3</sup> t por evaporação </font></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif'"><span>-<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">5x10<sup>4</sup> t por precipitação </font></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif'"><span>-<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">3 x10<sup>3</sup> t por erosão </font></span><br />
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O homem utiliza por ano 104 toneladas de mercúrio. A metade é reciclada.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O mercúrio introduzido no ambiente aquático pode ser estabilizado quando em condições anaeróbicas na forma de sulfeto que é depositado no substrato desse ambiente. Em condições aeróbicas ou parcialmente anaeróbicas o mercúrio adquire a forma de sulfato, que é mais solúvel passando do sedimento para a fase liquida penetrando nos organismos. O mercúrio pode ser convertido por bactérias do sedimento e detritos em metil e dimetil-mercurio. A absorção pode ser direta ou através de alimentos.</font></p>
<p> <strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3"> </font></span></strong><font size="3"><strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'">1.5 CICLO DO CARBONO</span></strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"></span></font><font face="Arial" size="3"> </font><br />
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O carbono é elemento essencial na composição da matéria orgânica. Encontra-se disponível na atmosfera em forma de gás carbônico.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O carbono depois de fixado através da fotossíntese é devolvido ao ambiente por meio da respiração, restabelecendo a concentração de gás carbônico no meio.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Em eras geológicas remotas – (carbonífero) a atmosfera foi rica em gás carbônico, o que permitia a existência de flora muito mais rica e abundante e a formação de grandes depósitos de carbono fóssil. A redução progressiva de CO2 motivou o desaparecimento de ecossistemas primitivos.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O maior reservatório de carbono é pelos carbonatos existentes nas águas e no solo.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A atmosfera constitui um compartimento relativamente pequeno, porém muito ativo e suscetível as perturbações causadas pela atividade antrópica. Os grandes reservatórios de CO<sub>2</sub> são constituídos pelos oceanos (na forma de carbonatos) e os combustíveis fósseis (na forma de carbono e composto orgânicos, constituídos pelo carvão fóssil e do petróleo).</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O gás carbônico compõem 0,03% do ar. Aparece na atmosfera como resultado da respiração dos seres vivos e da combustão. É a partir do gás carbônico e da água que as plantas produzem açucares ou seja, fotossíntese.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A partir da fotossíntese as plantas produzem outras substâncias como proteínas e gorduras que formam o seu corpo e que vão participar também da formação do corpo dos animais.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O processo de fotossíntese é realizado com a energia da luz do sol. Por meio da fotossíntese a luz do sol é transformada em energia química, que fica armazenada nos açucares e em outras substancias.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O carbono circula na natureza: respiração, decomposição (respiração feita pelas bactérias e fungos) e a combustão liberam gás carbônico no ambiente. Esse gás é retirado da atmosfera durante a fotossíntese.</font></p>
<p> <strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3"> </font></span></strong><font size="3"><strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'">1.6 CICLO DA ÁGUA</span></strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"></span></font><font face="Arial" size="3"> </font><br />
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A água representa o constituinte inorgânico mais abundante da matéria viva. O homem 63% do seu peso é constituído de água, alguns animais aquáticos 98% são formados por água.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Uma pequena parcela das reservas de água são constituintes da litosfera superficial, ou seja, que circulam através do chamado ciclo hidrológico.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">De acordo com Ramade se todo o vapor de água fosse condensado e distribuído sobre a superfície terrestre, formaria uma camada de 3 cm de espessura cobrindo o globo. Sobre ela está fundamentada toda a circulação da água e o seu ciclo biogeoquímico. Com efeito, essa umidade atmosférica provem da evaporação da água das camadas liquidas superficiais, por efeito da ação térmica das radiações solares. O resfriamente do vapor condensado na forma de nuvens leva a precipitação pluvial sobre a superfície dos solos e dos oceanos, respectivamente 2/9 e 7/9.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A parcela de água precipitada sobre a superfície sólida, pode ser:</font></p>
<p> <span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif'"><span>-<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">infiltração </font></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif'"><span>-<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">evapotranspiração </font></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%; font-family: 'Arial','sans-serif'"><span>-<span style="font: 7pt 'Times New Roman'">       </span></span></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">escoamento superficial </font></span><br />
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Através da infiltração que se realiza o recarregamento das reservas freáticas e rehidratação do solo. Essa água acumulada por meio da infiltração é restituída à atmosfera por meio da evapotranspiração.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A vegetação acelera o processo de simples evaporação. A transpiração dos vegetais, realizada com a finalidade básica de garantir um fluxo ascendente de seiva rica em nutrientes minerais ao longo de seus caules e ramos, é realizada essencialmente pelo processo de evaporação através da superfície das folhas o qual é regulado pela umidade relativa do ar e de outros fatores. O sistema radicular de árvores e arbustos constitui um mecanismo de alta eficiência em relação a esse transporte, permitindo a movimentação rápida de enormes volumes de água. Com isso da importância da cobertura vegetal, com relação a umidade atmosférica, regularidade das precipitações pluviométricas e outros fatores ecometerológicos.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O escoamento superficial é responsável pela formação de córregos, rios e lagos. O escoamento superficial em relação a infiltração é influenciada pela cobertura vegetal, uma vez que essa constitui uma barreira ao rolamente livre, além de tornar o solo mais poros (maior espaço entre as partículas de ar e água), além de prevenir e minimizar os efeitos de erosão provocadas pela ação mecânica da água sobre o solo.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">De maneira mais simples, o ciclo da água acontece da seguinte maneira:</font></p>
<p style="margin: 12pt 0cm 12pt 4cm" class="2"><font face="Arial" size="2">"A água dos oceanos, rios, lagos e solos evapora e passa para a atmosfera. A água que as plantas retiram do solo passa por mudanças de estado: ela sai pela folhas, na forma de vapor, através da transpiração e passa para a atmosfera. Os animais também podem eliminar vapor dágua através da pele ou pelos pulmões. Nas camadas mais altas e mais frias da atmosfera, o vapor de água se condensa e forma nuvens. As nuvens são formadas por muitos bilhões de pequenas gotas da água. As gotas são tão pequenas que a turbulência e as correntes de ar mantêm as gotas e a nuvem flutuando. A chuva pode ocorrer quando varias gotas se juntam e formam grupos, ficam pesadas para se manter no ar e caem. Parte da água da chuva cai nos oceanos, rios e lagos. Os rios levam a água para o oceano. Outra parte se infiltra no solo ate chegar a uma camada pouco permeável de rochas, que não deixa a água passar, formando assim os lençóis freáticos ou subterrâneos. Essa água subterrânea passa aos poucos para os rios, lagos e mares. Ela pode sair também em alguns pontos da superfície do solo, formando fontes de água, ou ser retirada pelas raízes das plantas e através de poços. O calor do sol faz a água dos oceanos, rios e lagos evaporar. Portanto pode-se dizer que o ciclo da água depende da energia solar”.</font></p>
<p> <strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"></p>
<p> </span></strong><font size="3"><strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'">CONSIDERAÇÕES FINAIS</span></strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"></span></font><font face="Arial" size="3"> </font><br />
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">Conclui-se que denominam-se Ciclos Biogeoquímicos o intercâmbio de elementos que acompanha ganhos e perdas de energia, gerando um ciclo entre o meio biológico e o meio geofísico.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">A existência dos ciclos confere à biosfera poder de auto-regulação ou homeostase, assegurando a vida e a perenidade dos ecossistemas.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">O homem ao interferir nos processos biogeoquímicos, o processo passa a ser acíclico. Para tanto, ocorre sérios desequilíbrios ao meio ambiente.</font></p>
<p style="margin: 6pt 0cm" class="1"><font face="Arial" size="3">É necessário procurar meios eficientes de transformar os processos acíclicos em cíclicos, onde a renovação e a reparação dos ciclos que estão alterados em processo de degeneração, sendo estes um capital de importância para a ecologia e para a conservação dos recursos naturais.</font></p>
<p> <strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><br /> <font size="3">REFERÊNCIAS</font></span></strong><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3"> </font></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">ALVES-MAZZOTTI, A.J. &amp; GEWANDSZNAJDER, F. <strong><span>O método nas ciências naturais e sociais; pesquisa quantitativa e qualitativa</span></strong>. 2 ed. São Paulo, Pionera, 1999.</font></span><span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'"><font size="3">GEWANDSZNAJDER, Fernando. <strong><span>Ciências: O planeta terra<em>.</em></span></strong> São Paulo, Ática 2002.</font></span>
</p>
]]></description>
	<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 04:15:56 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Monografia, Tcc, Dissertações, teses...</title>
	<link>http://tcc.nireblog.com/post/2008/08/31/monografia-tcc-dissertacoes-teses</link>
	<guid>http://tcc.nireblog.com/post/2008/08/31/monografia-tcc-dissertacoes-teses</guid>
		<description><![CDATA[<p>Segundo Freitas (2002, p.22) a escolha de um tema:</p>
<blockquote><blockquote>
<p align="justify">"[...] qualquer objeto é passível de investigação. Assim sendo, desde que você encontre um orientador que endosse o seu interesse em trabalhar um dado objeto, pode escolher qualquer assunto, por mais irrelevante que pareça a outras pessoas. Quem vai conviver como tema é você, por isso cabe a você a decisão de suportá-lo no dia-a-dia ou no ano-a-ano. Um aviso: é muito importante manter uma relação ”de paixão” pelo seu objeto. Só estando apaixonado é que você vai se sentir cada vez mais estimulado a descobrir coisas e nuances sobre ele, quem sabe até sobre os seus mais “íntimos segredos”. É bom também que fique claro que, se a tese é para você apenas um objetivo burocrático, aindaque legítimo, o preço a pagar aumentará muitas vezes. Se você não tiver um genuíno interesse pelo tema que escolheu, vai acabar odiando algo ou alguém: você mesmo, o orientador, a carreira que decidiu seguir, a tese ou– pior ainda – tudo isso ao mesmo tempo. Resta saber se você tem bala na agulha para conviver com tantos ódios por tanto tempo."</p>
</blockquote>
</blockquote>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><strong><span style="font-size: 14pt; line-height: 150%"><font face="Arial">GUIA PARA A CONFECÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA</font></span></strong><br /> <font size="3"><font face="Arial"> </font></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="Arial"><strong>RESUMO</strong></font></font><font face="Arial" size="3"> </font></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="Arial">O presente texto apresenta aos alunos alguns aspectos formais de um Projeto de Pesquisa. A exposição dos diferentes capítulos que compõem referido projeto (introdução; objetivos; justificativa; metodologia e bibliografia) e de seu conteúdo têm por objetivo formular uma proposta de padronização para os diferentes cursos.</font></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="Arial"></font></font><font size="3"><font face="Arial">Palavras-chaves: metodologia, pesquisa científica, projeto de pesquisa</font></font><span><font face="Arial" size="3"> </font></span></p>
<p align="justify"><span><font size="3"><font face="Arial"><strong>ABSTRACT</strong></font></font></span></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="Arial"><span>This article presents to the students some formal aspects of a Research Project. The exposition of the different chapter’s which integrate a project (introduction, objectives, justification, method and bibliography) and its contents is designed to formulate a standardization proposal to various programs.</span></font></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="Arial"></font></font><font size="3"><font face="Arial"><span>Keywords: methodology, scientific research, research project </span></font></font><font face="Arial" size="3"> </font></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="Arial">Vale confessar previamente para evitar falsas expectativas: este pequeno texto tem pretensões muito modestas e objetivos meramente didáticos. Seus objetivos são apresentar ao aluno alguns aspectos formais do Projeto de Pesquisa, ao mesmo tempo em que são transmitidas certas informações que podem simplificar sua vida acadêmica. </font></font><font face="Arial" size="3"> </font></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="Arial">Um Projeto de Pesquisa é composto de elementos pré-textuais, formado por <em>capa, contra-capa, resumo </em>e <em>sumário; </em>elementos textuais, compostos de <em>Introdução</em>, <em>Objetivos</em>, <em>Justificativa </em>e <em>Metodologia</em>; e elementos pós-textuais, do qual fazem parte <em>Cronograma </em>e <em>Bibliografia</em>. </font></font><font face="Arial" size="3"> </font></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="Arial">A atenção recairá, aqui, sobre os elementos textuais que compõem o projeto. Comecemos, pois, por alguns aspectos gráficos importantes. O texto do corpo do projeto deve ser redigido em fonte tamanho 12 e espaçamento 1,5 cm entre linhas. As melhores fontes são a <span>Arial </span>e <span>Times New Roman, segundo a ABNT. </span>O papel tamanho A4 é o padrão.</font></font><font size="3"><font face="Arial">As margens são as seguintes: esquerda, 3,0 cm; direita 2 cm; superior 3 cm; inferior 2 cm. As páginas devem ser numeradas no canto superior direito, tendo início naquelas referentes aos elementos textuais – capa e sumário não são numerados, muito embora entrem na contagem de páginas (GARCIA, 2000).</font></font><em><br /> </em><font size="3"><font face="Arial"> </font></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="Arial"><strong>INTRODUÇÃO</strong></font></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="Arial"></font></font><font size="3"><font face="Arial">Nem todos os modelos de projetos de pesquisa incluem uma introdução. Muitas vezes passa-se diretamente aos objetivos. Mas é bom não esquecer de que quem lê um projeto lê muitos. É sempre conveniente, portanto, introduzir o tema da pesquisa, procurando captar a atenção do leitor/avaliador para a proposta. A redação, como nos demais capítulos, deve ser correta e bem cuidada. Uma leitura prévia e atenta de Medeiros (2006) poderá ajudar muito na hora de escrever o texto. Para as dúvidas mais correntes da Língua Portuguesa verificar Garcia (2000) e Martins (2006). </font></font></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="Arial">Dicionários também são imprescindíveis nessa hora.<span style="line-height: 150%"> </span></font></font><font size="3"><font face="Arial">Na Introdução, é de se esperar que seja apresentado o tema de pesquisa. Escolher um tema é, provavelmente, uma das coisas mais difíceis para um pesquisador iniciante. Pesquisadores experientes costumam desenvolver técnicas de documentação do trabalho científico que lhes permitem não só extrair de seus arquivos tais temas como trabalhá-los concomitantemente. </font></font><font size="3"><font face="Arial">Mas, um estudante de graduação geralmente não acumulou o volume de informações necessário para tal empreendimento. Um bom começo, portanto, é conhecer o que outros já fizeram, visitando bibliotecas onde seja possível encontrar monografias de conclusão de curso, dissertações de mestrado e teses de doutorado. Tais trabalhos podem servir como fonte de inspiração, além de familiarizar o aluno com os aspectos formais, teóricos e metodológicos do trabalho científico.</font></font><font face="Arial" size="3"> </font></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="Arial">A <em>primeira regra </em>para a escolha do tema é bastante simples: o pesquisador deve escolher um tema do qual goste. O trabalho de pesquisa é árduo e, às vezes, cansativo.</font></font><font size="3"><font face="Arial">Sem simpatizarmos com o tema, não conseguiremos o empenho e a dedicação necessários.</font></font><font face="Arial" size="3"> </font></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="Arial">A <em>segunda regra </em>é tão importante quanto a primeira: o pesquisador não deve tentar abraçar o mundo. A tendência dos jovens pesquisadores é formular temas incrivelmente amplos, geralmente resumidos em uns poucos vocábulos: A escravidão; a Internet; A televisão; A Música Popular Brasileira; O Direito Constitucional; Os meios de comunicação; são alguns exemplos. É preciso pensar muito bem antes de seguir esse caminho. O pesquisador inexperiente que enveredar por ele terá grandes chances de produzir um estudo superficial, recheado de lugares comuns. </font></font><font size="3"><font face="Arial">O tema deve ser circunscrito tanto espacial como temporalmente. "A escravidão", por exemplo, é um tema dos mais amplos. Escravidão na Roma Antiga? </font></font><font size="3"><font face="Arial">No Brasil contemporâneo? Nos Estados Unidos à época da Guerra de Secessão? No livro <em>A República</em>, de Platão? A escravidão por dívidas na Grécia Antiga? Temas apoiados em palavras e sentido muito amplo, como "influência" e "atualidade", também devem ser evitados. O pesquisador deve se perguntar se o tema escolhido não permite perguntas do tipo: O quê? Onde? Quando?</font></font><font size="3"><font face="Arial">No capítulo 2 do livro de Umberto Eco, <em>Como se faz uma tese</em>, é possível encontrar uma excelente ajuda para a escolha do tema de pesquisa, ilustrada com vários exemplos (ECO, 2004, p. 7-34).</font></font><font face="Arial" size="3"> </font></p>
<p align="justify"><font size="3"><font face="Arial">Uma <em>terceira regra </em>vale ser anunciada: o tema teve ser reconhecível e definido de tal maneira que seja reconhecível igualmente por outros (ECO, 2004, p. 21). Ou seja, deve ser aceito como um tema científico por uma comunidade de pesquisadores.</font></font><font size="3"><font face="Arial">Uma vez anunciado o tema da futura pesquisa, é conveniente o pesquisador descrever qual foi sua trajetória intelectual até chegar a ele. Como se sentiu atraído por esse tema? Que matérias despertaram seu interesse durante a graduação? Que autores lhe inspiraram? </font></font><font size="3"><font face="Arial">Apresentado o tema é hora seguir adiante e expor os objetivos propriamente ditos da pesquisa.</font></font> </p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">Saiba mais...</p>
<p class="style2" align="center"><font color="#cc0000"><strong>Escreva para: monografias.tcc@gmail.com (ou <a href="mailto:monografias.tcc@gmail.com" target="_blank">clique aqui</a>)</strong></font></p>
<p class="style2" align="center"><font color="#cc0000"><strong>ou ligue: 55 (13) 3273-3263 - das 14hs às 22hs. Santos-Sp/Brasil.</strong></font></p>
<p class="style2" align="center"><font color="#cc0000"><strong>Pesquisas sob encomenda de acordo com o seu tema. Trabalhos personalizados. </strong></font></p>
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</td>
</tr>
</table>
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	<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 08:14:46 +0100</pubDate>	</item>
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